Bons momentos. Um grande café

Muitas histórias, curiosidades e informações

Bons momentos. Um grande café
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História do café
Da planta ao cafezinho

A Coffea Arabia, nome científico que dá o café, é plantado por meio de mudas ou sementes. No Brasil, setembro é o mês ideal para seu plantio. A primeira florada vem após três anos, e, no quarto ano, se faz a primeira colheita. Do sexto ao oitavo ano, a planta tem seu rendimento máximo: 5 a 8 quilos de café beneficiado por pé. E continua produzindo por até  quarenta anos, ainda que em menor quantidade.

De maio a agosto, os frutos, conhecidos por cerejas, são colhidos por apanhação  um a um, ou por a derriça, que consiste em correr a mão pelos galhos, da base para a ponta, de maneira que as cerejas caiam numa cesta ou num pano estendido ao pé da planta, ou mesmo no chão. 

Depois vem a abanação, um processo de limpeza do café, que consiste em colocar a parte dos grãos numa peneira, jogá-lo e tornar a recolhê-lo, de modo que a parte das impurezas, como terra, pedras, galhos e folhas, vá caindo da peneira por ação do vento.

Depois disso, os frutos são carregados em cestos para o tanque a fim de serem lavados e daí transportados para o terreiro, onde, durante vários dias, são espalhados com rodos para secar ao sol. À noite são amontoados e cobertos para ficarem protegidos do sereno. Do terreiro, o café é levado para tulha, ou seja, o galpão de armazenamento de café seco.

O café seco, também chamado café coco, é despolpado para o aproveitamento dos grãos ou sementes. Esse processo pode ser manual (em pilão) ou automático, em máquinas que, além de separar os grãos do seu invólucro, fazem o polimento e a ventilação. Por fim, os grãos são torrados e moídos, dando origem ao pó de café. Da infusão do pó nasce uma das bebidas mais populares do mundo: o cafezinho, muito fácil de preparar.

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